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Quanto custa executar uma sentença judicial? Entenda taxas, honorários e como acelerar o recebimento

  • Foto do escritor: Dra Margareth
    Dra Margareth
  • há 4 dias
  • 4 min de leitura

Você ganhou a ação (ou já tem um título judicial), mas ainda não recebeu? A execução de sentença é a etapa que transforma a decisão do juiz em dinheiro na sua conta — e, sim, ela envolve custos que precisam ser previstos. A boa notícia é que, na maioria dos casos, esses valores podem ser recuperados do devedor ao final, quando a cobrança é bem conduzida.



Neste guia, você vai entender o que entra no custo para executar uma sentença judicial, quem paga, como estimar valores e quais estratégias aumentam as chances de recebimento com rapidez e segurança.



O que significa “executar uma sentença” na prática?

Executar uma sentença é pedir ao Judiciário que obrigue o devedor a cumprir o que foi decidido: pagar uma quantia, entregar algo ou fazer (ou deixar de fazer) determinada conduta. Quando falamos de execução de quantia, geralmente envolve:


  • atualização do valor (correção, juros e multa quando cabível);

  • intimação do devedor para pagar;

  • medidas de cobrança (bloqueio de valores, penhora, pesquisa de bens, leilão etc.).

Se você quer uma visão completa do passo a passo e do que costuma dar mais resultado, vale conferir como funciona a execução de sentença.



Quanto custa executar uma sentença judicial?

O custo varia conforme o tribunal, o tipo de processo, a complexidade da cobrança e as diligências necessárias. Em geral, o valor total é composto por custas judiciais, despesas processuais e honorários advocatícios. A seguir, veja o que costuma aparecer.



1) Custas judiciais e taxas do tribunal

Alguns tribunais cobram custas para iniciar o cumprimento de sentença, distribuir incidentes ou praticar atos específicos. Em outros, certas fases são isentas, mas há taxas para expedição de documentos, cartas e outros atos.


  • Custas de distribuição/impulso (quando aplicável);

  • Taxas de expedição de guias, ofícios e mandados;

  • Custas de atos específicos (variam por estado/tribunal).

Como esses valores mudam muito de região para região, a forma mais segura de estimar é com base na tabela do tribunal e no seu caso concreto. Se você busca previsibilidade, veja uma estimativa de custos para o seu processo com orientação profissional.



2) Despesas processuais (diligências e atos fora do “básico”)

Mesmo quando as custas são baixas, a execução pode exigir despesas adicionais para localizar bens e efetivar a cobrança. Exemplos comuns:


  • diligências de oficial de justiça;

  • custos de publicação/edital (em hipóteses específicas);

  • despesas com certidões e registros;

  • eventuais custos com avaliação e leilão, quando há penhora de bem.


3) Honorários advocatícios na execução

Os honorários podem incluir:


  • honorários contratuais (combinados com o cliente, fixos e/ou percentuais);

  • honorários de sucumbência (fixados pelo juiz e, em regra, pagos pelo devedor ao final);

  • honorários na fase de cumprimento, quando cabíveis, inclusive por resistência/impugnação do devedor.

Para quem quer maximizar o que recebe e reduzir retrabalho, a escolha do suporte jurídico faz diferença. Conheça nossos serviços de cobrança judicial e veja como estruturar uma execução eficiente.



Quem paga os custos da execução?

Na prática, quem executa (credor) pode precisar adiantar algumas despesas para movimentar o processo. Porém, quando a execução tem sucesso, é comum que os valores sejam reembolsados ou incluídos no montante cobrado do devedor, conforme decisão judicial e regras do caso.


Além disso, se o devedor não paga voluntariamente após a intimação, podem incidir:


  • multa sobre o débito (em hipóteses previstas);

  • honorários adicionais fixados pelo juiz na fase de cumprimento.


O que mais influencia o valor final (e o tempo) para receber?

Dois credores com sentenças parecidas podem ter experiências totalmente diferentes na execução. Os principais fatores são:


  • Localização de bens: quando há conta bancária, imóvel, veículo ou recebíveis, a cobrança tende a ser mais rápida;

  • Estratégia processual: pedidos bem fundamentados e no timing certo evitam idas e vindas;

  • Reação do devedor: impugnações e manobras podem aumentar prazo e custo;

  • Atualização correta do débito: cálculos precisos evitam discussões e atrasos;

  • Tribunal e vara: rotinas internas e prazos variam.


Como reduzir custos e aumentar as chances de receber

Reduzir custos não significa “fazer menos”, e sim fazer certo desde o início. Veja medidas práticas que costumam ajudar:


  1. Organize documentos e dados do devedor: CNPJ/CPF, endereços, contratos, notas e evidências de patrimônio agilizam diligências.

  2. Atualize o valor com precisão: correção monetária, juros e eventuais multas devem ser calculados corretamente.

  3. Defina uma estratégia de cobrança: negociação, parcelamento, penhora, bloqueios e pesquisas devem seguir um plano.

  4. Monitore o processo: execução sem acompanhamento pode ficar parada por meses.

  5. Use apoio especializado: isso evita pedidos ineficientes e retrabalho, que encarecem e atrasam.

Se você quer transformar sua sentença em recebimento com o menor atrito possível, o melhor caminho é ter uma análise rápida de viabilidade e estratégia. Para isso, fale com um especialista em execução e entenda o cenário do seu caso.



Vale a pena executar a sentença?

Na maioria dos casos, sim — especialmente quando há indícios de bens, movimentação financeira ou atividade econômica do devedor. Mesmo quando o cenário parece difícil, uma execução bem conduzida pode encontrar caminhos (penhora, bloqueios, garantias, acordos) que o credor sozinho não conseguiria mapear.


O ponto central é: execução não é só custo. É investimento para converter um direito reconhecido em decisão judicial em resultado financeiro. Com estratégia, você aumenta a previsibilidade do que vai gastar e melhora as chances de receber.



Próximos passos

Se você já tem sentença, acordo homologado ou decisão transitada em julgado, o ideal é avaliar:


  • o valor atualizado do crédito;

  • as despesas iniciais prováveis no seu tribunal;

  • as medidas mais eficazes para localizar bens e forçar o pagamento;

  • o melhor formato de honorários e condução do caso.

Uma avaliação objetiva evita surpresas e acelera o recebimento.


 
 
 

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